Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Pesada no Estado do Paraná

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Reforma trabalhista acabou com direitos e gerou desemprego




Lá em julho de 2017, o então ministro do Trabalho do governo Temer, Ronaldo Nogueira, dizia que a reforma trabalhista iria gerar 2 milhões de empregos no prazo de 2 anos. Para ele, a retirada de vários direitos dos trabalhadores incentivaria contratações.



Atualmente, quase 2 anos após a reforma trabalhista, os resultados são bem diferentes do que prometeram. O Brasil, nesses últimos 2 anos, perdeu 1 milhão de empregos e tem atualmente cerca de 13 milhões de pessoas em idade ativa desempregadas.



O que impulsiona a geração de emprego é o aumento da atividade econômica, com medidas de fortalecimento da indústria nacional e de desenvolvimento da infraestrutura do país. Retirar direitos, além de não criar postos de trabalho, precariza as relações de trabalho e torna a população mais vulnerável à pobreza e à miséria.



Entre os principais prejuízos que a reforma trouxe à classe trabalhadora, destacam-se a prevalência de acordos entre patrões e empregados sobre as leis do trabalho (CLT), fatiamento de férias em até 3 vezes, fim das homologações de rescisões de contratos de trabalho nos sindicatos, legalização dos bicos através dos contratos intermitentes, fim do imposto sindical e enfraquecimento da luta das entidades sindicais dos trabalhadores.